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DESAFORIMSO 24

O problema da desiguladade não se reduz ao fato de que apenas 1% da humanidade detém toda a riqueza planeta. É importante lembrar de que apenas 1% a reivindica.



Escrito por gheirart às 20h44
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DESAFORISMO 23
O que mais me agrada em você é a sua tristeza. Os efeitos colaterais da melancolia marcam como o câncer <<e atrai>>. Ah, se nos tristes trópicos fosse apenas melancolia! Como não julgar os que não dão conta da vida (natural-cultural)? O charme da tristeza só pode ser visto pelos que andam pelas suas próprias sombras. Compartilhamos um horror particular que somente a profundidade compressora do pensamento perfurante pode proporcionar. E poucos são os topam vagar pelo inconsciente do ser fundando em tristeza. Estão sempre, vulgarmente, às margens de seus lagos de lágrimas.



Escrito por gheirart às 09h14
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DESAFORISMO 22

O homem ocidental rico só não é avarento com o luxo.

 



Escrito por gheirart às 09h13
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DESAFORISMO 21
Qualquer um deve saber que os bancos, no capitalismo tardio, são, quase assumidamente, agiotas institucionalizados e legalizados. Claro que não podemos nos esquecer da gama de serviços que nos oferecem e que, perversamente, dita-nos as formas de como utilizar o capital. Hoje, descaradamente, oferecem dinheiro para o reles cidadão, para salvá-lo do buraco que o ajuda a lançar, com apelos publicitários digno de marcas de sabonete.


Escrito por gheirart às 09h12
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DESAFORISMO 20
Agora, às sobras das luzes natalinas, veio-me a ideia de falar de como é cafona a celebração chamada Natal. Estética universalizada pelo consumo e ao mesmo tempo tão "bem" adaptada por nós das florestas tropicais! As crianças parecem que são as únicas que não acreditam mesmo em papai Noel, como tanto gostam de afirmar. As luzes natalinas, em especial os pisca-piscas, enfanstiam-me na sua artificialidade, no compasso da programação. A mim, sempre me recorre a imagem impressa! Extrapolemos a estética, para chegar num significado do natal e porque sempre funciona com a humanidade. Por trás da aparência, um encontro familiar encenado, presentes por obrigação, cardápio definido e todas aquelas queixas que sempre retornam. Momento hospício, com bem diz um amigo. Mas eu me irrito mais com indiferença da máquina do que a história de Jesus.



Escrito por gheirart às 09h17
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DESAFORISMO 19
A grande contradição da maioria das religiões é que elas querem colocar DEUS na condição de imagem e semelhança do homem. Como algo que não se explica, sem estética a nós, pode ser parecido com outro? E porque justamente nós, que não contribuímos em quase nada com o Universo? Parecem ser invenções da espécie, mantidas por um conjunto de imagens coletiva e historicamente compartilhadas. Na maioria das vezes, cristalizada ou achatada por vulgares convicções. Toda religião traz uma engenhosa construção imagética e política como condição de conexão - imagens que se fazem reais e leis de conduta para a vida prática. Umas são cárceres, outras simples molduras. Reduzimos também DEUS à objetividade humana, a exemplo do julgamento do qual diariamente nos absolvemos. Enquanto a complexidade de DEUS é inalcançável à nossa compreensão!



Escrito por gheirart às 18h04
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DESAFORISMO 18
Uma amiga jornalista me mandou um artigo de sua autoria, com um título que me deixou intrigado. A autora empregava erroneamente o predicado na frase: "12 anos construíndo mudanças". sem julgamento, claro, essas são coisas comuns às pessoas que trabalham com a escrita. As coisas nos escapam! Digo errôneo num sentido mais conceitual, apesar da complexidade do metafórico, porque as mudanças estão fora de nós. Elas nos atinge. Isso quer dizer que mudança são movimentos e esses não se "constroem". E nós estamos dentro do movimento, em movimento. Construir é dar materialidade. Tem algo de intencional em querer mudar, porque a mudança está depois da sua articulação. A mudança se vale do material, a partir da condição de sermos seres que se relacionam. Existe um abismo entre o articular e a concretude de uma idéia ou, talvez, uma corda estendida. Talvez ainda, a mudança teria mais o tom da provocação.



Escrito por gheirart às 13h18
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DESAFORISMO 17
Vergonha não é saber falar num ou noutro idioma. Vergonha é não ter o que falar.



Escrito por gheirart às 13h17
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DESAFORISMO 16
Eu ofereço esse desaforismo a todos os SAQUEADORES da igualdade. A todos os que desejam nos calar no silêncio da sua autoridade, legítima ou não, in memoriam da finada liberdade. Aos aproveitadores vulgares que vomitam em nome da lei e da ordem, que querem separar o poder do povo no reavivamento da FUNDACIONAL violência (simbólica-estrutual-física). Logo, endereço-o aos políticos babacas, aos empresários de sucesso, aos avarentos de merda, aos cientistas obedientes e suas instituições caretas, a todos os falastrões com suas falsas armas, e os farsantes!, aos disputadores de plantão, aos que estão por cima da lei - e, porque não, aos que pensam que estão? O novo não é o fim do velho, da mesma forma que a desordem é a ordem se desordenando.
E todo aquele que vive por uma finalidade e não morre por falsos princípios se declara, naturalmente, como seus inimigos.



Escrito por gheirart às 20h25
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DESAFORISMO 15
Tem um frescor no artíficio que impede o beija-flor atravessar o plástico transparente. Do lado de lá estão as imagens do devaneio? Não entramos na epiderme do cosmos por conivência e desbotamos a poética. Mas ainda estamos presos a um tímido pensamento antecipador. Poderíamos ter sido melhores? A ironia é pontente arma, porque ela nos possibilita rir do que pode ser digno de lamentação.



Escrito por gheirart às 21h28
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DESAFORISMO 14
Água é sangue transparente da terra. O sangue é combustível como petróleo. A terra tem sangues (uns são apodrecimentos?). O que seríamos então, sem a humanização? Soro-mar-lágrima. O vinho é uma escala entre água e sangue. E misturam-se.
Como enterrar as escolhas humanas? Cachoeira dos pulsos nas barragens das veias. São fluxos dos tubos, dos espaços que esperam se abrir, ocupar. Energia de seres sem fios. Na correnteza diluidora que, sozinha, embrutece.



Escrito por gheirart às 22h51
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DESAFORISMO 13
Hoje, antes de molhar as plantas, coloquei-me num questionamento. Não é a “responsabilidade” um fardo do ser pensante? Jeunesse diz que o homem não podendo mais sonhar, pensou. Eu me deparei com o seguinte dilema: já é noite, ainda está um tanto frio e pode não fazer bem a elas, e, ao mesmo tempo, não queria postergar essa “tarefa” para o dia seguinte.
O homem tem essa pretensão naturalmente, um tipo de direito autoral do mundo por ele mesmo significado, porque está nesse mundo o exercício da sua invenção. Já foi dito que duração é memória. O que eu criei? Minha mãe me criou, a criada limpou a casa, a criação de galinhas corria, criaram um poema, criamos o mundo todo. Por isso a responsabilidade vulgar é a cereja da razão, com coberturas de solidariedade e recheios de compaixão. Existe coisa mais artificial do que um bolo? Tem uns quadrados como os caixões.
Mas é primavera e sol está forte. As plantas, como eu, tomaram o banho antes de dormir. Mas elas, mesmo com suas raízes enjauladas na prisão do vaso, oferecem-me lindas flores!



Escrito por gheirart às 22h59
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DESAFORISMO 12
A regressão do cérebro humano nunca nos ofereceu tantos indicadores como nos ditos tempos pós-modernos! As placas tectônicas do pensamento estão a trincar, como raízes de árvores que, indignadas com o chão de cimento, rasgam o tapete e lançam ao chão todo o cenário do artifício. E os abismos são como falsos braços, que nos prometem novo acolhimento, a esperança de um impossível retorno, para o ser que só se refinou em violência.



Escrito por gheirart às 15h04
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DESAFORISMO 11
Hoje me veio à consciência a transformação física que a espécie humana vem passando. Seremos como os caracóis ou nos converteremos em bebês menstruados? Apesar da jovialidade, sofremos de envelhecimento precoce. Várias respostas podem surgir (como o desafio ao natural etc.), mas todas elas podem se resumir ao fato de que ainda não conseguimos compreender a vida.



Escrito por gheirart às 19h37
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DESAFORISMO 10
A falência da política no “pós-deus” nos institui outra contradição: se por um lado somos regidos por homens que nos refratam, por outro não avistamos outra possibilidade de comunidade. Aquilo que um dia foi convicção, os homens obstinados pela pátria e dispostos a morrer por ela, fez-se um discurso menor e saudoso... Num mundo desigual, os ideais em comum se fragmentaram e perdemos o poder do estar junto. Vamos sobrevivendo de reparos e descasos, às sombras desse guarda-chuva furado. Vamos jogando mais vidas ao sacrifício, em defesa do acúmulo, do consumo, de tudo aquilo que nos propõe prosperidade. A tão discutida “reforma política” não pode apenas considerar a condição sócio humana. Antes de (e para) garantir direito a tudo o que vive, ela precisa contemplar a sensibilidade!



Escrito por gheirart às 16h04
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