.:: Histórico ::.

06/12/2009 a 12/12/2009
29/11/2009 a 05/12/2009
22/11/2009 a 28/11/2009
15/11/2009 a 21/11/2009
08/11/2009 a 14/11/2009
01/11/2009 a 07/11/2009
25/10/2009 a 31/10/2009
18/10/2009 a 24/10/2009
11/10/2009 a 17/10/2009
04/10/2009 a 10/10/2009
27/09/2009 a 03/10/2009
20/09/2009 a 26/09/2009
13/09/2009 a 19/09/2009
06/09/2009 a 12/09/2009
30/08/2009 a 05/09/2009
23/08/2009 a 29/08/2009
16/08/2009 a 22/08/2009
09/08/2009 a 15/08/2009
02/08/2009 a 08/08/2009
26/07/2009 a 01/08/2009
19/07/2009 a 25/07/2009
12/07/2009 a 18/07/2009
05/07/2009 a 11/07/2009
28/06/2009 a 04/07/2009
14/06/2009 a 20/06/2009
31/05/2009 a 06/06/2009
24/05/2009 a 30/05/2009
17/05/2009 a 23/05/2009
10/05/2009 a 16/05/2009
19/04/2009 a 25/04/2009
05/04/2009 a 11/04/2009
22/03/2009 a 28/03/2009
15/03/2009 a 21/03/2009
01/03/2009 a 07/03/2009
15/02/2009 a 21/02/2009
25/01/2009 a 31/01/2009
07/12/2008 a 13/12/2008
30/11/2008 a 06/12/2008
12/10/2008 a 18/10/2008
05/10/2008 a 11/10/2008
21/09/2008 a 27/09/2008
07/09/2008 a 13/09/2008
31/08/2008 a 06/09/2008
24/08/2008 a 30/08/2008
17/08/2008 a 23/08/2008
10/08/2008 a 16/08/2008


.:: Outros sites ::.

UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis

.:: Votação ::.

Dê uma nota para meu blog

.:: Indicação ::.

Clique aqui para me indicar

 


RESUMO DA MINHA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO "O DESASSOSSEGO DA PERMANÊNCIA PÓS-MODERNA"

O projeto digital foi implementado na pós-modernidade como algo descontinuamente decisivo. Com a ajuda da polifonia midiática, que promove essa transposição para a imaterialidade, o sujeito se descola para as terras invisíveis. Com a virtualidade, altera-se violentamente o real – a vida se eterniza e presentifica pelas novas categorias de espaço, tempo e velocidade. O modelo antigo de sujeito se estilhaça, frente a uma nova cultura móvel que vai se incorporando. A experiência se altera brutalmente no seu reencanto, na estetização da vida, na lógica invertida do consumo e reflete na constituição da cultura – que necessita de novas formas para interpretar esse novo real. Com isso, a concretização da exterioridade e da eferemidade se autonomizam, num horizonte ainda nebuloso.

Num mundo em que o efêmero é uma marca, como pensar num individuo que possa ainda se reencantar pela sociedade? Numa sociedade em que o individualismo, a falta de compromisso social e até mesmo de contato “olho no olho” entre as pessoas predomina, como ainda ter perspectivas com o ser humano enquanto agente de transformação? O cotidiano dos nossos “tempos modernos” foi devorado pela voracidade tecnológica e pela ferocidade do capital que divide e parece tornar impossível qualquer chance de re-aglutinamento, de companheirismo, de humanidade “ao vivo e em cores”, de utopia. Então, o que permeia as ações é um desconforto, um desassossego. Como pensar o sujeito em meio a tudo isso? São reflexões como essas que são suscitadas por esse trabalho, que, mais que busca fazer um diagnóstico sobre a situação como nos encontramos hoje – num mundo em que tantos recursos comunicacionais e tecnológicos nos fazem mais extrapolar nossa condição real para fugir da nossa própria realidade –, indica novas possibilidades.

Palavras_chave: Cultura digital; Filosofia da Comunicação; Hiper-realidade; Pós-modernidade; Subjetividade

Quem quiser o pdf é só pedir.



Escrito por gheirart às 10h29
[   ] [ envie esta mensagem ]


[ ver mensagens anteriores ]